quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Canção do Amor




Quando no frio da madrugada meu corpo tremer na solidão
Unirei meus sentidos e em uma só voz cantarei – Eu te amo...
E um som borbulhante, um brotar de águas e uma corrente
Encherá seu meigo coração...

Quando pela manhã acordares e aquecer-se do frio do fim da
Madrugada, no vento banhado pelos primeiros raios de sol
Levarei aos seus ouvidos o meu canto de fidelidade - Eu te espero
Sentirás aquecido na sobriedade de minha sinceridade...

Quando a integridade de meu amor tocar o curso das águas
No fundo do seu ser, e alcançarem as torrentes que há muito
Estavam ocultas, a música do meu desejo acendera a chama
Que se consumirá em você...

Sim, na noite, está se preparando nosso cântico, e no monte
Afinamos nossa voz, sem rimas,  as nuvens darão sonoridades aos
Acordes que dissipam toda dor.

A chuva suaviza a melodia, eternizando este louvor
Na transição brusca do meu medo à minha esperança
Eu te ofereço este sincero cântico de amor...