quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Me perdoa...

No vale, lugar onde o menor sobrepõe o maior, onde as lagrimas substituem as palavras...
Onde a obsessão perde a razão, entendo que, em nenhum dos seus estágios o amor verdadeiro é vulgar. Esvazio-me no meu silêncio, revelo o desalento de te amar...
Mergulho no fundo do meu ser, vitimada pelo sentir em demasia, quanto mais me humilho em oração, mais sinto no meu peito esta agonia.
Somos duas metades separadas pela vida, eu sei tão pouco de você e nem sabes que existo, nada sabes de mim... Se um dia a vida nos unir, então meu ser se satisfará de tudo que falta para mim.
Aqui no vazio do meu quarto, na solidão do meu viver, no momento em que falando com Deus Penso em você!
 – Rogo, com o rosto banhado em pranto, me perdoa por em tão pouco tempo e, sem nenhuma explicação, te querer deste jeito - te amar tanto...