domingo, 11 de julho de 2010

Folhas secas (Elio Candido de Oliveira)


Verdes estão ainda as lembranças.
Das belas sombras proporcionadas.
E quantas ânsias da tua presença.
Nas folhas verdes, hoje ao chão jogadas.

Mãe arvore, que proporciona.
A sombra, que nos beijos o carinho aciona
Tuas filhas folhas, verdes vidas
Hoje delas desprovidas.

A natureza, vem e vai.
Tudo se recompõe, ao solo volta.
E nada mesmo se vê revolta.
Um eterno se ir. E tudo parece fim.

É nada! É o recomeço.
Para nós a eterna esperança.
De vidas a surgir do abraço.
E dai, o descompasso.

Folhas secas.
Verdes...
Jovens adultos.

Natureza, vida..



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